E finalmente chegamos a mais uma homenagem no nosso sétimo capítulo. E dessa vez, Terapia presta uma homenagem aos mangás, histórias em quadrinhos produzidas no Japão, e que se tornaram uma grande febre no mundo todo nas últimas décadas.

Começando de certa forma com Osamu Tezuka nos anos 50, o mangá é uma linguagem poderosa de narrativa, e o Japão é um dos maiores mercados consumidores de quadrinhos.

Na minha trajetória como quadrinista, nunca neguei a influência grande que os mangás tiveram, principalmente dos 9 aos 12 anos. Foi aquela época com o grande boom dos Cavaleiros do Zodíaco na extinta TV Manchete e da revista Herói. A partir daí fui conhecendo mais estilos, mais artistas, e evoluindo com o tempo. Gosto muito da narrativa e da expressividade de certos títulos, mas não sou um leitor ávido.

O que li, de fato, foi: Cavaleiros do Zodíaco (pela nostalgia, já que com a idade a gente percebe o quanto a história é bestinha, ehehe), Vagabond, Blade of the Immortal, Éden (todos cancelados no meio pelas editoras), e o maravilhoso Lobo Solitário.

Na pesquisa para essa página, usei muito o livro Mangá – Como o Japão reinventou os quadrinhos, de Paul Gravett. Um ótimo livro!

O Poder do Mangá.

Como o assunto gera muito debate – inclusive o famigerado debate “será que mangá é um estilo viável no mercado brasileiro” – , queria deixar aqui um link para textos muito bons sobre mangás, do meu amigo Caio Yo.

Seguem os links:

Qualquer coisa em “Estilo Mangá”: O lado bom e o lado (muito) ruim.
[Insira Aqui] em estilo Mangá! – Parte 1.
[Insira Aqui] em estilo Mangá! – Parte 2.
[Insira Aqui] em estilo Mangá! – Déjà vu.

O Caio é professor de mangá na Pandora Escola de Arte, onde também trabalho, e é um dos maiores artistas da região. O grande trunfo de sua arte foi, justamente, se desprender das amarras do rótulo de mangá e expandir para mais vertentes, cirando um traço próprio e rico.

É isso aí. Aguardamos seus comentários!

Domo arigato!